Eu sempre sou pego de surpresa com o simples pensamento sobre o
que vamos levar de valor dessa vida.
Fico pensando em tudo que poderia ter sido e nunca foi, nem na
fantasia. Talvez uma válvula de escape sem fim. Eu questiono minha
fé, não tenho tido alguma nos últimos tempos. Erros da minha pessoa
a parte o universo intransigente e alheio me tornou assim, talvez
irreconhecível até no meu reflexo no espelho. Seria uma miragem?
É sim. Aquela pessoa já não existe mais.
(Texto retirado do blog de alguém, mas se encaixa perfeitamente, embora esteja fugindo ao propósito desde blog, que é de libertar minhas prórias palavras – sem censura)
