O amor não é nada menos que inexplicável!
Vivi uma noite muito intensa, cheia de assuntos interessantes e sorrisos leves… inconsequênte
E eu a vivi da melhor forma que eu poderia viver. Sem criar expectativas.
Mesmo assim, seria hipócrita se não admitisse que eu, como um cara extremamente reflexivo e observador que sou, gostaria que fosse diferente.
Contudo aproveitei aqueles doces momentos como se fossem os únicos, e os últimos.
Fomos doces e ternos, fomos selvagens e primitivos, conscientes e irracionais. Fomos espontâneos.
É sempre mágico pra mim estar com ele. E eu sei o porquê!
Confesso que era mais fácil quando tudo se resumia à lembrança daquele sorriso lindo e largo, da cara de menino com sono e cansado estampada nas palpebras entreabertas depois do êxtase, do cheiro da pele morena suada no peito colado ao meu rosto. Depois de(por escolha própria)reviver o que era só lembrança, acredito que talvez sinta de novo e na mesma intensidade o que outrora senti. E eu sei que vai doer.
A proximidade sempre faz diferença.
Em contrapartida penso que mais uma vez fiz o que achei que devia, e fui fiel ao meu sentimento, mesmo que tenha hesitado a princípio. Se eu fiz a coisa certa? Ainda não tenho a resposta pra essa pergunta. Mas estou certo de que virá. Por agora não me arrependo de nada.
I don’t know why I want you so
‘Cause I don’t need the heart break
I don’t know what addictive hold
You have on me I can’t shake
No, I’m not in control
So let me go
Release me
Release my body
I know it’s wrong
So why do I keep coming back
I say release me
‘Cause I’m not able to
Convince myself
That I’m better off without you(Release me – Agnes Carlsson)
já passei exatamente por isso…